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Caixa G Capim Dourado
Caixa G Capim Dourado
Caixa G Capim Dourado

Caixa G Capim Dourado

R$ 189,00

Caixa tamanho grande trançada à mão em capim dourado por homens e mulheres que fazem parte de quatro diferentes associações na região do Jalapão, TO.

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Especificações

Cuidados Gerais

Para melhor conservação do seu produto, não utilizar produtos químicos na limpeza. Passar um pano úmido seguido de pano seco. Evitar contato com objetos cortantes.

Observações

(Imagem ilustrativa) Produto feito a mão. Tamanho e trançado podem variar de acordo com a matéria prima e artesão que produziu a peça. Se quiser receber a foto da peça que será enviada pra você, entre em contato conosco pelo e-mail ou WhatsApp.

Material

Capim Dourado

Dimensão

7 x 20cm (altura x diâmetro)

Origem

Jalapão - TO

Sobre o artista

capim-dourado

Capim Dourado

Jalapão - TO

O Brasil tem um capim com cor e brilho de ouro. Uma beleza que, de fato, enriquece as regiões onde ele é abundante, como também a cultura desse país de maravilhas naturais tão exuberantes. O Capim Dourado é uma espécie de sempre-viva da família Eriocaulaceae. Ele aparece em campos úmidos, próximos a veredas, em diversas regiões do Cerrado (isso abrange estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e Bahia). O local de referência na prática do artesanato com o famoso capim brilhante é a região do Jalapão, que fica em Tocantins.

As possibilidades de confecção com o Capim Dourado são inúmeras. Pulseiras, brincos, mandalas, cestos, luminárias, bolsas, cintos, vasos, chapéus, sousplat, porta-canetas, porta-copos e o que mais a criatividade permitir. Com a cor que lembra a do ouro, os objetos são muito valorizados e procurados pelos bons apreciadores do artesanato. As peças criadas com o capim chegaram ao Jalapão em meados de 1920, pelas mãos ancestrais dos índios Xerente. Os pequenos maços de hastes do Capim Dourado eram costurados com uma fibra fina e resistente, obtida de folhas novas da palmeira Buriti. O ofício artístico foi aprendido pelos moradores da comunidade quilombola da Mumbuca e, desde então, o conhecimento é transmitido entre as gerações das comunidades jalapoeiras.

A colheita do capim é extremamente cuidadosa, realizada com grande preocupação a respeito da preservação do meio ambiente. Desde 2002, a PEQUI – Pesquisa e Conservação do Cerrado, em conjunto com associações extrativistas do Jalapão – realiza estudos para testar e acompanhar os efeitos do extrativismo sobre o Capim Dourado e o Buriti. Esses estudos são fundamentais para que a colheita da matéria-prima seja realizada de forma consciente, sem deixar de garantir a manutenção da fonte de renda de centenas de artesãos. De acordo com essas pesquisas, o Capim Dourado só pode ser colhido entre 20 de setembro e 20 de novembro, para que não entre em extinção. Fora o cuidado na hora da colheita em si: para colher 1 kg, as artesãs demoram mais de cinco horas. As peças de artesanato de Capim Dourado são vendidas na própria comunidade, com revenda por todo o Brasil e até mesmo fora do país.

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